terça-feira, 2 de junho de 2015

Polícia Militar padece com falta de contingente em Cametá

Diante do contingente de 14. 300 policiais militares atuando em todo o Estado do Pará, nem é necessário fazer muitos cálculos para perceber que o quantitativo é insuficiente para atender a uma população de cerca de oito milhões de pessoas.


Com a estimativa de que sobre cerca de 10 mil policiais militares atuando diretamente nas ruas, a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Pará (ACSPMBM) não hesita em apontar a insuficiência de contingente como o principal problema estrutural enfrentado pela polícia hoje. “O efetivo da polícia hoje é de 14.300 homens, mas muitos estão à disposição, ou estão fazendo cursos para sargento, ou estão afastados por doença... Com isso a gente estima que tenham cerca de 10 mil homens atuando na rua para atender a uma população de oito milhões de pessoas”, destaca o presidente da associação, cabo Francisco Xavier. “A ONU (Organização das Nações Unidas) aponta que é necessário uma média de um policial para cada 250 habitantes. Se seguíssemos isso, teríamos que ter 30 mil homens nas ruas”.

Já está ficando preocupante em Cametá a falta de policiais para suprir todo o município, o problema, segundo alguns policiais, é ainda mais grave no interior do município, principalmente nas vilas populosas como vila do Porto Grande, Juaba e Carmo do Tocantins onde o contingente chegar a um par, quanto têm gente pra mandar diz um policial " Cobre um Santo e descobre outro".

Fica a pergunta para o povo do Baixo Tocantins; Onde estará o problema da falta de segurança publica? ou na gestão ou na falta de investimento?   
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