quarta-feira, 15 de julho de 2015

De Collor a Dilma: A corrupção no governo PT apenas ficou na velocidade da luz.



Vinte e quatro anos depois da queda de Fernando Collor da Presidência da República, a famigerada e indevassável Casa da Dinda em Brasília, sua residência oficial, virou alvo de operação da Polícia Federal.
Os agentes saíram de lá com três caros carros importados: uma Ferrari, um Lamborghini e um Porsche.
Alvo da Operação Lava Jato, com as apreensões o senador Collor agora pode ter problemas também com a Justiça Eleitoral. ‘Apreenderam três veículos de minha propriedade’, frisou Collor na tribuna do Senado no fim da tarde de ontem, num discurso de protesto. Ocorre que o senador não declarou na relação de bens ao TSE, na campanha do ano passado, o Lamborghini e o Porsche.
Collor dirige o Lamborghini (R$ 3,3 milhões) e o Porsche (R$ 900 mil) por Brasília há mais de ano, indicam fontes ouvidas. Procurada, a assessoria do senador não retornou.
Os anos 1990, como se vê, nunca acabaram. Ou nunca chegamos a ele, a depender da contribuição de nomes como José Sarney (PMDB-AP) como consultor de incêndio (para apagar ou alastrar) a cada crise nova política, ou de Antonio Delfim Netto a cada crise econômica – e assim sucessivamente desde que a República fora proclamada por um marechal amigo do imperador. 
O que se vê é que a corrupção é "Uma senhora idosa" como disse Dilma, que vem cada vez se alimentando melhor, e que até conseguiu uma bolsa no Brasil. 
De Collor a Dilma: A corrupção no governo PT apenas ficou na velocidade da luz.
Para muitos cientistas políticos a corrupção no Brasil sempre existiu e apenas foi institucionalizada no governo do PT.
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